Brancos e pretos na Bahia. Estudo de contato racial

Ciganos, 55, 438

Classe, 77, 183; 235; ascensão dos mulatos em, 221-239; e distribuição espacial, 64-77; e distribuição racial, 240-268, 410; identificada a cor, 77-78, 408; índices de, 71; reconhecimento da ascensão dos negros, quanto a, 420, 422, 425-433; vide também Raça e classe.

Classes profissionais: ascensão das, 227-228

"Código negro": desnecessária a existência de, 46

Comércio de escravos, 84-91; abolição do, 89-90, 106; começo do, brasileiro, 55, 84; e o capital inglês, 90; e os negros livres, 126; e a mortalidade, 87n, 92; e os navios norte-americanos, 90; mercadorias usadas no, 86-87, 88; portos de entrada para o, 55, 88

Competição, 74, 420; ausência de, entre negros livres e brancos das"classes baixas", 224; "biótica", 87n, 91, 185, 186, 286-287; por status, 125-126, 221-239, 249-268; raça e a economia, 240-249

"Congos", 84, 88n, 308, 338, 339, 340, 342

Conflito cultural, 93-100, 335, 336, 338-339, 341n, 378-380

Congressos Afro-brasileiros, 46, 269-274, 340

Contato, entre os vivos e os mortos, 322; vide também Contacto cultural, Contacto racial

Contacto cultural: passim; com a África, 301, 302-307

Contacto racial: passim

Contextura do cabelo, como símbolo de status, 201, 292n

Consciência de raça; 47-48, 180; e ascensão quanto à classe, 238-239; mínima, 176, 186, 283-284, 289

Cordão, 264, 265, 266

Cotegipe, Barão de, 230, 278

Criação, sistema de, 222

Cucumbys, 158

Cultivo do açúcar, 56; declínio do, 121, 229; e o trabalho escravo, 92, 312

Culto afro-baiano, vide Candomblé

Curandeiro, 309, 344

Desejos, 372

Designações: de classe, 71; de cor, 187-189, 196, 197, 435, 436; raciais, 186

Desintegração cultural, 302, 353n, 372; e ciúme, 384; e competição por lealdades, 384; e conflito pessoal, 335; e romantização do passado, 381-382, 384-385

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